quinta-feira, 8 de novembro de 2007

De pedra

Madrugadas
ainda não manhãs
por vezes noites
cerradas e de pedra
sem contornos
sem sonhos
fechadas à vida
encerradas para sempre.

3 comentários:

António Sabão disse...

Querida Paula, é toa bom vir aqui, ao teu cantinho! :)
bjs

Rita disse...

Ja sabes que eu sempre gostei da tua poesia mesmo quando nao tenho tempo para comentar. A tua poesia nunca se alterou ao longo da tua vida, sempre foi bela e assim permanecera.
Beijinhos da tua filha xx

poetaeusou . . . disse...

*
paulinha
*
a pedra é areia condensada,
liberta-se com o tempo,
,
bji
*