terça-feira, 15 de julho de 2008

Janela


A luz cede passagem
à indiscrição
através da cortina
translúcida
do sonho revelado
no silêncio perfeito
da solidão.


Foto: Gustavo Lebreiro

10 comentários:

alice disse...

costumo pensar que nenhum silêncio é tão genuíno como o da solidão... beijinhos, paula.

wind disse...

Triste , mas bem construído.
Beijos

António disse...

Mas que menina tão bonita está aqui à direita...eh eh

Beijinhos

Carla disse...

só a solidão consegue ofertar um silêncio perfeito
beijos

Vieira Calado disse...

Bem bonito!
Um beijinho, amiga!

poetaeusou . . . disse...

*
solidão,
o silencio revelado . . .
,
jinos
,
*

Arte Autismo e www.arteautismo.com disse...

lindoooooooo Paula, como sempre.
Tudo que escreves é sempre bonito e profundo.
Beijos com saudades.
Ray

xistosa - (josé torres) disse...

Foi essa a janela indiscreta que nem a luz deixou perpassar.
Será sempre um sonho perfeito.

A. João Soares disse...

Cara Paula,
Não há porta nem janela completamente fechada. Há sempre a possibilidade de um raio de luz vir atrevidamente iluminar a nossa tristeza e solidão. Nunca se perca a esperança de surgir a solução.
Beijos
João

viajantis lucidus disse...

é importante tentar perceber o que se passa para la das cortinas translucidas...