
Levas-me até ao limite
inseguro e anárquico
de uma paciência
que não tenho,
de uma calma
que não existe,
aos tombos
pelas lágrimas
amargas
que do mar
não têm sabor,
ao desequilíbrio
da paz que não encontro...
Foto: Gustavo Lebreiro
O pequeno bago vermelho da romã que me leva aonde já fui ou o ténue fio da memória que na lonjura nos une infinitamente
8 comentários:
O desequilíbrio é a origem do movimento. Sem ele tudo fica parado morto, numa paz pantanosa. Aproveitando o desequilíbrio, há que controlar o movimento e dirigi-lo para um porto de abrigo, onde tem que se gerar novo desequilíbrio!
E as lágrimas são a lubrificação do olho, da córnea.
Beijos
João
Assim és.
Beijos
Quem conhece a sua ignorância revela a mais profunda sapiência. Quem ignora a sua ignorância vive na mais profunda ilusão.
Olá!
Como eu já tinha saudades disto tudo!...
Hoje vim cá dar um "Alô" e dizer que tens uma mensagem no Vagabundices!
Um beijo
Jorge
Quem somos nós para fazer acreditar aos outros, que os limites somos nós que os definimos em cada momento?
Cada um é que conhece a intensidade das suas vivências.
Mas, há sempre uma mensagem de esperança que poderemos transmitir.
E é isso que aqui te tento deixar.
Temos que nos dominar.
Não se deixe arrastar ... mantenha a calma ... a paz!
esqueci-me de dizer-te que sou outro dos 22 olhares...
*
rochas
sentinelas vivas,
,
jinos
,
*
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