domingo, 25 de janeiro de 2009

Vou amar-te


Vou amar-te como se fosse
possível dentro
de uma redoma
revolver o ar
de encontro às paredes
e vou amar-te assim
como se não fosse
possível fora
das paredes
a redoma e o ar
numa revolução
inerente.


Obrigada meu querido António
por mais esta beleza que pintaste!.

28 comentários:

Ana Martins disse...

Um amor sufocado, mas bonito o poema!

Beijinhos,
Ana Martins

Gleidston dias disse...

séra real esse amor paula se for,torço para que um dia ele seja assumido fora das paredes,se não for real parabens pela inspiração.

Votos de um otimo domingo.

bjsss

A. João Soares disse...

É um amor a dois, privado, oculto, sentido com toda a intensidade, egoísta, não cristão, porque os cristãos foram ensinados ao amor plural, amai-vos uns aos outros!!!
Beijos
A. João Soares

Osvaldo disse...

Ola Paula;
Esse é o autêntico poema de amor "privado"...
Se sai, morre. E como quero que perdure, para felicidade dos autores e actores, que fique sempre dentro dessa redoma e que irradie felicidade a todos os amantes da Terra...
Como sempre a nos brindares com belos poemas.

Je Vois la Vie en Vert disse...

Querida Paula,

Tenho vindo pouco visitar-te por estar a fazer um trabalho que me ocupa HORAS !
Queres fazer um teste ao teu conhecimento em francês ? Vai visitar o meu cantinho... Acho que passarás !

Beijinhos verdinhos

António Sabão disse...

Belas palavras! :)))))
Beijinhos

Maria Clarinda disse...

Tal como o Petit Prince protegia a sua rosa dentro de uma redoma , tu proteges esse amor!!!
Jindo como sempre o poema.
O Quadro do António, está com umas cores maravilhosas.

Jinhos aos dois

wind disse...

Belíssimo!
Beijos

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDA PAULA, UM AMOR SONHADO, MAS NÃO PLANTADO NO TEU CORAÇÃO...
UM AMOR POSSÍVEL???
DIFÍCIL DIZER, ESTÁ SUFOCADO SEM AR!!! PARA SE DESENVOLVER... UM GRANDE ABRAÇO DE AMIZADE,
FERNANDINHA

Tentativas Poemáticas disse...

Olá querida amiga
Relembro-a sempre como uma das primeiras pessoas que tive a felicidade de encontrar na blogosfera. Andei afastado por motivos de saúde mas já está tudo bem. Agora ando nas visitinhas aos blogues das pessoas que mais estimo.
Obrigado pela sua amizade.
Beijinhos
António

Isabel Branco disse...

Bonito quadro...bonito poema...
O amor pinta-se assim nas cores quentes da alma e nas palavras que de tanto se esconderam gritam a sua essência na eloquência do verso.

Um beijinho.

Mel de Carvalho disse...

se possivel fosse, Paula...

belo o teu poema,
beijo da Mel

Mariazita disse...

Amar é sempre possível, seja em que circunstâncias for.
Lindo, o teu poema!

Beijinhos
Mariazita

PreDatado disse...

Amar, amar até sufocar!

Viajantis disse...

amar de qualquer forma!
Viver é preciso, amar também....

Sonia Schmorantz disse...

Para refletir:
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo
de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
(William Shakespeare)

Faça dessa nova semana um novo início rumo à
felicidade.
abraços

UMA PAGINA PARA DOIS disse...

Chega o vento assobiando
fazendo riscos imaginários
como ondas no céu soprando sobre folhas ,
flores, vidas chega a brisa manhã
canta suaves carinhos
envolve numa doce,
fresca brincadeira
lembranças num rastro
manso luz vento , brisa,
vida tocam rios janelas
todas as casas calçadas
soprando sorrisos
lembrando todos os caminhos
colorindo como se fosse carrossel
verdadeiros roda moinhos
deixando correr a vida
como fosse melodia...
(Maria Thereza Neves)

Tenha uma linda semana
Abraços

Isabel Branco disse...

Rectificação por lapso de digitação - onde disse esconderam quis dizer esconderem.

Amaral disse...

O amor é e será sempre a liberdade viva!
Somente ao poeta foi dado o engenho e a arte de brincar com amor, criando-o e recriando-o, perante o sorriso e a alegria dAquilo Que É o Amor...

Deusa Odoyá disse...

Olá amiga!
um lindo, e sentido amor.
Uma semana de muita paz e amor.
Fique na paz.
Regina Coeli.

Eduardo Aleixo disse...

Gostei do teu poema. Também da pintura do teu amigo e querido António. Quanto á redoma, o que aí não se disse! Até de Cristo se falou! Ninguám viu que as redomas podem ter uma dimensão infinita, se o amor for infinito. É assim que vi o teu poema. Mas mesmo se a redoma fosse pequerrucha, que mal tinha? Que coisa!
Beijo.
Eduardo

Ah! Olha: gostava que fosses ao meu blogue e roubasses, com a minha licença e o meu grande prazer, um selinho de amizade, que lá está, ao lado direito...

Eduardo Aleixo disse...

Não é preciso agradecer.
Não o ponhas na redoma.
Eduardo

vício disse...

e para que vais revolver o ar? perdeste alguma coisa?

Lumife disse...

Uma promessa? Um compromisso? Um coração a ditar o que outro coração quer ouvir?

Belas palavras como tu sabes tão bem construir.


Boa semana.


Bjs

Jaime A. disse...

Gostei muito deste amor "violento" e livre, sempre.
Bj

Vieira Calado disse...

Quando comecei a ler, por simpatia, li romã em vez de redoma.

E então ficava assim:

dentro duma redoma, duma romã...

(rs)

Desculpe a fantasia.

Mas as palavras fazem-me sempre lembrar outras.


Um beijinho amigo.

poetaeusou . . . disse...

*
vou amar-te,
em liberdade,
sem paredes,
sem redomas,
,
jinos
,
*

pin gente disse...

um amor a verde escrito
vou
te
amar
a
ti
como se...
sim,
é possível