
Vens de mansinho
iluminar uma parte da estrada
solitária em que caminho,
embora a vaga ideia
se esfume no ar
os sentidos estão alerta
para lá da paixão...
Foto de Gustavo Lebreiro
O pequeno bago vermelho da romã que me leva aonde já fui ou o ténue fio da memória que na lonjura nos une infinitamente
6 comentários:
Gostei:)
Beijos
Olá Paula... Os sentidos quer queiramos ou não, estão sempre alerta, pena que tenhamos tão poucos momentos desse alerta! Seria Divino!...
Um beijinho da, laura..
Hoje aqui estou, vim no meu silêncio ler todo o teu blog com aqueles posts que já tinha lido e os que não tinha...tirei um bocado da tarde e simplesmente divinal andar por aqui. Estão lindos os poemas...Obrigada por estes deliciosos momentos. Um jinho no teu coração.
Paula. O teu poema é lindo.Embora com cores de sombra - que a vida sempre tem - gostei de ver a luz a iluminar a árvore e o caminho. Que essa luz ilumine cada vez mais a tua vida.
Eduardo Aleixo
É conveniente que os sentidos nunca deixem de estar alerta.
A paixão muitas vezes adormece-nos os sentidos de alerta!
Bjs
HOJE E AMANHÃ
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