quarta-feira, 21 de maio de 2008

Destino

Falas-me do destino
(consulto o dicionário)
divindade filha do Caos
e da Noite,
fatal necessidade
estóica, fado,
sorte, intenção,
propósito ou rumo,
tão próximas as palavras
tão vagos os destinos...

11 comentários:

wind disse...

Bem feito, mas triste.
Beijos

Eduardo Aleixo disse...

Bonito. Gosto do seu blogue.
Eduardo Aleixo
( À Beira de Água )

Entre linhas... disse...

A noite, o fado,o caos que se instala nos barulhos silenciados da noite...tão vagos e tão próximos.
Bjs Zita

poetaeusou . . . disse...

*
o fado . . .
da vida,
,
jinos
,
*

A. João Soares disse...

Triste sina a de quem tem o fado mal talhado pelo destino...
Todo o destino é predestinado, pois ninguém inicia uma viagem sem saber o destino, o objectivo a alcançar. Vejamos os políticos de agora e de sempre, que pretendem enriquecer e arranjar «tachos dourados» depois de sairem da cadeira, e orientam tudo para esse rumo, essa rota, esse objectivo.
O destino é, assim, traçado pelas pessoas que não querem ziguezaguiar sem rumo.
Há quem acredite numa força oculta e malévola que nos prega partidas... do destino. Mas o certo é que há em tudo uma causa e efeito, pois as leis da Natureza (ou de um Deus poderoso) são implacáveis e não há fado ou sina que as altere. Daí o cuidado que a própria Igreja coloca na interpretação de pretensos milagres.
Beijos
João

© Piedade Araújo Sol disse...

um pouco nost�lgico, mas n�o deixa de estar bom...

beij

A. Jorge disse...

"...tão próximas as palavras / tão vagos os destinos..."

Não podias ter dito melhor!

Um beijo

Jorge

peciscas disse...

Também sou daqueles que acredita pouco no destino.
Ou melhor, que acha que o destino, em grande medida é construído por cada um de nós.

Vieira Calado disse...

Amiga, acabo de colocar no meu blog os endereços de quem publicou verso meus nos seus blogs.
Obrigado, de novo.

carlos peres feio disse...

é algo que substitui a divindade que não se encontra – os deuses são obrigados a escrever direito por linhas tortas – o Destino é analfabeto e cego – não presta contas a ninguém!
bj boa noite
c peres feio

Å®t Øf £övë disse...

Paula,
Todos nós temos um destino, e que não se resume a palavras, mas também a actos e gestos com que o vamos construindo. Umas vezes melhor, outras nem tanto.
Beijinhos.