quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Como tu


Do sol fiz a saudade
com mil pétalas coloridas
e escrevi um verso
terno na boca
e um sorriso
emoldurado
de letras azuis.

Reavivando a memória
chegarei até aí gaivota
onde o fim não existe
e as estrelas
brilham para sempre.

Como uma saudade.
Como um verso.


Foto: do meu filho Viajantis

36 comentários:

Fa menor disse...

Uma saudade, um verso...
um mar de nostalgia!

Bijos

Ana Martins disse...

Olá Paula,
"Do sol fiz a saudade
com mil pétalas coloridas..."

Simplesmente lindo!

Beijinhos,
Ana Martins

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDA PAULA, GOSTEI DAS TUAS PALAVRAS... SIMPLESMENTE SUBLIMES... ADOREI A FOTO!...
UM GRANDE ABRAÇO DE CARINHO E TERNURA,
FERNANDINHA

José Manuel Brazão disse...

Belo escrito por uma mulher!
Sou um leitor maioritário de poesia escrita por mulheres!
Tem outro "clique"!!!

Beijos com carinho

A. João Soares disse...

Um dia bem passado na praia, desde o sol as gaivotas até ao anoitecer com a vinda das estrelas que, como sinal de bom augúrio, «brilham para sempre».
Oxalá a tua estrela protectora nunca se apague e a inspiração continue para sempre.
Abraço
João Soares

UMA PAGINA PARA DOIS disse...

não quero partir
porque não há chegada,
a ponte do sonho caiu,
sem margens
a minha rota
atravessa o suor
de gaivotas poisando,
pétalas de sorrisos
sugam-me os lábios
salpicando o meu rosto,
és uma flor ?
pergunta-me o vento,
não, não sou nada,
quero ser o mar
simplesmente,

poetaeusou


Uma bela semana pra você...
Abraços

Fenix disse...

As estrelas brilham para sempre..., nas nossas memórias de sorrisos...
Sorrisos para sempre dourados pelo Sol e emoldurados em céu azul...

Lindo..., que bom é recordar as coisas boas...
Beijinhos

pedro oliveira disse...

Foto e poema como um só.

vício disse...

acho que vais perder tempo!
as gaivotas costumam fugir quando uma pessoa se aproxima!

Maria Clarinda disse...

(...)Do sol fiz a saudade
com mil pétalas coloridas
e escrevi um verso
terno na boca
e um sorriso
emoldurado
de letras azuis.


Belo, Paula!!!
Jinhos mil
A foto do viajantis como sempre linda!

wind disse...

Lindo!
Beijos

secreto segredo disse...

Muito Bom

Eduardo Aleixo disse...

Sim, ai, as estrelas brilham sempre...
Beijo.
Eduardo

pin gente disse...

gostei muito desta tua saudade



beijo

Catarino disse...

O mar da saudade é lembrado pela saudade do mar...
Beijinho...

mfc disse...

Consegui voar com estes teus versos!

peciscas disse...

Gostei especialmente deste teu poema.
Como em ti, também em mim habita essa sede de infinito de que falava a Florbela.

© Piedade Araújo Sol disse...

um verso, uma saudade...faz sentido!

gostei do poema e da foto.

parabéns.

beij

Delírios das Borboletas disse...

belas palavras.
amei seu poema.
bjs

Paulo Fernando disse...

A poesia dos lusitanos é sempre muito agradável. Tenho percebido isto pelos blogs que venho visitando ultimamente.

meus parabéns

Bjos cariocas!

Osvaldo disse...

Olá Paula:
Desta vez são parabéns ao quadrado...
à mãe Paula pelo belo poema, aliás no estilo e versatilidade a que a Paula já nos habituou e ao filho Viajantis pela excelente capacidade de bem fotografar.
Parabéns para os dois.
Osvaldo

poetaeusou . . . disse...

*
saudade
é a memória
de um poema
. . . como tu,
,
jino
,
*

Justine disse...

Estrelas, versos e saudade brilham para sempre. Como o sonho de voar, como o gosto de escrever. Como o orgulho de partilhar. Obrigada

xistosa - (josé torres) disse...

Gostei do mar e das rochas ... mas o infinito e a imensidão são uma incompreensão

Maresia disse...

Gostaria de conhecer este "lugar" onde nada acaba.
Gostei muito do teu poema.
beijinhos

Elcio Tuiribepi disse...

"Pensar nos problemas dos outros como se fossem meus
escrever de repente
e esperar que o dia de hoje seja melhor que o de ontem"
Show de bola o poema...como uma saudade, como um verso...bonitoooo
Mas a primeira frase faz com
que eu te pergunte sobre a saúde da Tânia...e aí, como estão as coisas? Um abraço na alma

Branca disse...

Lindo demais...

bjos.

Isabel José António disse...

Cara Amiga Paula Raposo,

Muitos parabéns por tao belo e profundo poema.

É que todos ansiamos a fundirmo-nos com infinito, pois algo de nós é eterno e infinito...é uma essência, um perfume, um pequeno chip de computador, que se msitura, que inclui e vê todos os seres e como um só.

Um abraço

José António

Carla disse...

sente-se a cor destas pétalas de saudade
beijos

De Amor e de Terra disse...

Que esse verso terno e o sorriso de letras azuis tenho luz prória a brilhar para sempre.

Beijos

Maria Mamede

mundo azul disse...

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Querida poetisa...Que lindo!!!

"onde o fim não existe
e as estrelas
brilham para sempre..."

Beijos de luz e um dia muito feliz!

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Mariazita disse...

O que mais ma cativou, exactamente o que escreveu a Zélia - onde o fim não existe e as estrelas brilham para sempre...
Lindo, o teu poema, e muito linda, também, a foto.
Parabéns aos dois autores.

Beijinhos
Mariazita

Amaral disse...

Gostei muito deste poema!
Como, com poucas palavras, se escreve tão bem a poesia...

alice disse...

que bom deve ser publicar um poema tão bem ilustrado por uma fotografia de um filho :) beijos!

vida de vidro disse...

Nada "rima" melhor com saudade que o mar. Imenso, melancólico. Lindo, o poema. **

Viajantis disse...

quem me dera ter asas de gaivota.....