
Não fazes parte
do que foi nosso
e para mim nada sobra
da sombra mentirosa
do espelho,
nem fica escrito
que te conheci.
Anónimo serás
no vagão
a caminho do nada...
Foto: Viajantis
O pequeno bago vermelho da romã que me leva aonde já fui ou o ténue fio da memória que na lonjura nos une infinitamente
20 comentários:
...arrumar no bau das recordações...
Quem vai à guerra dá e leva.
E tu não dás tréguas ...à poesia. Qualquer dia chegas a oficial das letras.
Beijo
Pedro
Querida Paula,
Linda poesia a ensinar que se devem limpar as gavetas. Para quê manter a lembrança de algo desagradável, se isso perturba e impede a verdadeira felicidae de agora.
O destino do que é inútil e nefasto é esse «vagão a caminho do nada». Lindo!
Beijos e Boas Festas
João
será mesmo?!!
arrumamos, deitamos fora, mas... por vzes algo fica sempre a poeira que se refaz...
beij
Também as guerras fazem parte de todos os passados e também do quotidiano...
Anónimos serão os que participaram mas apenas proporcionaram relevância de outro alguém...
O espelho, esse, reflecte sempre uma verdade... e às vezes todos nós o procuramos...
Amargo.
Beijos
Oi Paula ...
bolas ... não sei o que me estava a acontecer ...
mas já cá estou ...
belas, como sempre as tuas palavras.
beijinhos
isabel
anónimos sentires...mas será sempre assim?
beijos
Anónimo a caminho do nada é menos do que nada!
É o arrumar definitivo duma recordação.
Muito bom.
Beijinhos
Mariazita
que duro!... mas às vezes necessário. Feliz Natal e beijinhos natalícios
Olá Paula,
gosto da sua poesia!
Sempre muito profunda, com grande significado!
Beijinhos.
Paula,
Também gosto muito de teus poemas.
Beijos.
Querida Paula,
Obrigada pelos votos de Natal que retribuo. Espero que o próximo ano possa não ser tão difícil como se teme.
Beijinhos e tudo de bom para ti!
Neste Natal, deixa que uma estrela te nasça no olhar para que reeencontres os sonhos de criança...
Um beijo Paula.
Se há sombra, existe algo que a provoca.
Peço desculpa de só agora agradecer a sua visita ao meu blog, mas tenho tido bastante que estudar.
Muito obrigada por ter ido lá.
Dei uma vista de olhos ao seu blog e gostei muito dos seus poemas.
São todos muito bons.
Espero que me visite mais vezes. Eu voltarei sempre que tiver tempo.
Obrigada e bom Natal.
Bjs
Líria
*
sentido...
frontal...
,
bjis
,
*
Paula,
Na verdade as guerras só nos podem deixar uma enorme sensação de vazio.
Beijinhos.
E por favor deixa ir...deixaquem não tem direito a fazer da tua parte do que é teu...do teuu Eu. Jinhos mil
Viver é guerrear consigo mesmo, tendo de desmascarar o passado e colocar um ponto final nas coisas que nos atordoam...
Isso é saber viver; rompendo sempre com o passado à procura de um horizonte acolhedor!
Abraços.
Paz e Poesia!
p.s.: Cheguei aqui através do Pedro S. Martins do Escara Voltaica.
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