
O escopro e a pedra
lado a lado
e o cinzel
burilando
a arcada da escadaria,
manifesto arriscado
de coragem
inventar outra
concepção
para te poder
reinventar
noutro espaço...
Foto: Viajantis
O pequeno bago vermelho da romã que me leva aonde já fui ou o ténue fio da memória que na lonjura nos une infinitamente
6 comentários:
Uma estátua é fria, não sente, não reage.
Beijos
A arte pode ter o condão de fazer parar no tempo sentimentos que nos marcaram.
*
reinventando,
,
jono
,
*
Olá querida Paula, grata pela visita ao meu espaço... Fiquei muito feliz!...
Adorei conhecer o teu!
Um blogue com postagens magníficas... Só tenho uma palavra para o qualificar... SUBLIME!
Beijinhos de carinho,
Fernandinha
P.S. Se gostares de conhecer outros espaços, tenho mais três, versando o encanto das Ilhas que me viram nascer, os Açores!
Beijinhos,
Fernandinha
belo poema ...
bem que eu gostaria de saber agarrar numa pedro e num escopro e martelo e fazer dali algo ...
bjs
Foi assim que nasceu o pedreiro, o burilador de palavras mais rudes, que a pena duma mulher amacia.
(não sei se vou parar. Todos os dias à noite sou invadido por uma violenta dor de cabeça que ás tantas da madrugada desaparece.
Já consultei bruxos e adivinhos, fiz análises e em cardiologia, ecocardiograma e demais exames. Estou louco.
Porque me dizem que não tenho nada.
Isto é cíclico.Já vem do tempo antes da tropa em Angola.
Eu também não suporto bem a dor ...
Se morrer eu aviso!)
INTÉ!!!
Um bom fim de semana.
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