As linhas ficam curtas
e a fotografia
consegue descrever
o que as sílabas
se espantam
nas frases
inconsequentes
do dia a dia.
Restam o amarelado
subtraído ao tempo
das longas linhas
e as palavras
irreverentes
da impulsividade.
Resto eu.
Sobrevivente do tempo.
Foto: Gustavo Lebreiro
8 comentários:
e bem sobrevivente;)
Beijos
Pedindo antecipadas desculpas pela “invasão” e alguma usurpação de espaço, gostaríamos de deixar o convite para uma visita a este Espaço que irá agitar as águas da Passividade Portuguesa...
*
linhas
em histórias invertidas,
,
jinos
,
*
Paula,
Talvez seja pelo que dizes que eu sou um amante da fotografia.
Beijinhos.
...e a fotografia amarelece e perda a vivacidade das cores...
Sobrevivemos a fotografia que amarelece com o tempo, mas no fim as fotografias hão-de vencer o campeonato, na corrida contra o tempo.
Nada de desespero!!!
Beijos
João
Restas...resta...amarelecida, mas sempre bela!!!!
Lindo este teu poema e a foto!
Lindo poema, ja sabes que eu sempre gostei do que escreves, porque das vida as palavras.
Beijinhos da tua filha :) xxxxxx
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