sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Abraços


Abraças-me longamente
e eu quero-te assim sempre
sempre neste abraço longo
longo de amor
amor e aqueces-me
escaldante o teu corpo
no meu
meu doce o sexo que fazemos
ao ritmo da música
música escolhida à toa
à toa feitos loucos
embriagados
na madrugada
madrugada até o sol nascer
e nasce sem que o relógio
marque o tempo
porque o tempo é nosso
e nós somos eternos...
eternos amor.


Foto: Gustavo Lebreiro

7 comentários:

Viajantis disse...

...delicioso o amor, e estas linhas também!

poetaeusou . . . disse...

*
paulinha
,
sufoquei . . .
,
jinos
,
*

leonor costa disse...

Nada mais me ocorre do que LINDO!
Emocionou-me ver aí ao lado a foto dum amigo que conheci pessoalmente na UITI e que, com infinita paciência muito me ajudou quando iniciei o meu primeiro blog Andorinha Negra.
Beijos, Paula. Coragem!

HOJE E AMANHÃ

peciscas disse...

Supremamente sensual.
E a fazer recordar aquela canção do Roberto Carlos : "Tudo pára quando a gente faz amor".

A. João Soares disse...

Leonor Costa,
UITI?
Não me recordo do nome e talvez não nos tenhamos conhecido, pois já deixei de dar lá aulas de Geopolítica, há una anos, tendo ido para a Saudação e para a Academia de Seniores.
Mas é natural que não tenha sido minha aluna por o seu gosto e muito jeito para a poesia, não se coadunarem com as realidades das relações internacionais!
Parabéns a Paula pelo poema
Beijos
João

wind disse...

Bonito e sensual:)
Beijos

Anónimo disse...

Belo poema :)
Beijinhos da tua filha xxxxxx