
A angústia liberta-se
assim como névoa,
carmim, túlipas,
malmequeres,
libertamo-nos de um beijo
perene,
de uma ideia estúpida
e aqui estamos, felizmente,
ou não,
num verbo que não se conjuga.
Acertei?
Flores, terra, fogo e cinza.
O verbo morrer perdido...
Foto: Viajantis
30 comentários:
Olá Paula, acertou em cheio e de forma belissima.
Um beijinho,
Maria Emília
Acertou sim Paula... Parabéns!
Beijinhos,
Ana Martins
Olá Paula
Belo e "profundo" poema!
Parabéns.
Bjs.
...o verbo morrer nao se conjuga, nao!
A angústia é e deve ser passageira, depois da névoa vem a claridade e o calor do sol...
beijos
Por que não se conjugar
o verbo morrer, lão lindo?
É preciso estão muito vivo para se conjugar o verbo morrer.
Eu quero viver! Eu quero achar o verbo morrer!
Beijo meu para você.
Muito bom, quando a angústia se liberta. Muito bom, também, o teu poema.
Paula, não vim logo que me disseste que não conseguiste ver o João Villaret, porque quis ver se mais alguém se queixava do mesmo.
De facto isso não aconteceu. Portanto, deve ter sido apenas qualquer anomalia de momento. Às vezes o blogger prega-nos essas partidas...
Gostaria que tentasses novamente...
Queres voltar lá???
Um beijinho
Mariazita
QUERIDA PAULA... UM POEMA MUITO PROFUNDO PARA EU MEDITAR... PARABÉNS AO VIAJANTIS PELA BELÍSSIMA FOTO!!!
VOTOS DE UM BOM FIM DE SEMANA,
ABRAÇOS DE CARINHO E AMIZADE,
FERNANDINHA
Depressivo, dark.
Beijos
Paula,hoje estou perdida.
Ñ sei nada...
Amanhã estarei melhor.
Beijo.
isa.
Os teus poemas acertam sempre.
E como acertaste...
Flores,terra, fogo e cinza...
Lindo como sempre...
Jinhos mil
PAOLA! É um verbo que se conjuga de várias formas, quase sempre irregulares.
Beijinho
Por vezes as ideias estúpidas, são isso mesmo... ideias estúpidas.
Porque o verbo tem tantos tempos para conjugar... e nós um futuro onde amar tem tempo... que o tempo não mede...
Vive... Ama... sê feliz... no tempo presente... e ideias estúpidas, deixa-as no passado...
Beijinho e um Bom sábado de Sol para ti. (e para todos, claro!)
:-)))
Conjuga-se no futuro...
e eu não me importaria de morrer mergulhando ali...
Um beijinho
Como de uso, tens aqui um belo poema e não menos bela foto.
Tenho andado um pouco afastado e até pensava tinhas fechado o teu sitio.
Ainda bem que assim não é.
Beijinho
Não podias estar mais certa.
A vida e a morte, se conjugam na sua essência.
Vivamos pois, felizes, entre esses dois extremos que se tocam, a vida e a morte.
Beijinhos e bom fim de semana
Mário
Paulinha
ao ler o titulo, fiquei meio ceptica.
ao ler o poema sorri, gostei e concordo contigo.
a foto lindissima como ja nos habitou o viajante.
um beijo grande aos dois.
QUERIDA PAULA, TENHO UM PRÉMIO PARA TI NA BARRA DIREITA DO MEU BLOG... PRÉMIO PRESTÍGIO...BEIJINHOS DE CARINHO,
FERNANDINHA
Oi Paula, td bem? Quanto tempo que a gente não se fala né?
Poema um tanto melancólico, mas belo em mensagem.
Te convido a visitar meu novo blog: QUIOSQUE DO PASTEL. É um blog de crônicas. Tem muita gente boa lá participando.
Quando puder vai lá ler. A porta do quiosque fica aberta 24 horas.
htt://vemproquiosque.blogspot.com
Quem sabe, verdadeiramente, como se conjuga esse verbo?
E acho, Paula, que deves achar algo curiosas algumas das interpretações dos teus poemas que transparecem em certos comentários.
Porque, no fundo, só o próprio poeta é que sabe ao certo o que vai no íntimo do poema. Se é que sabe sempre...
Bom Dia!
Às vezes basta-me um simples gesto,
uma palavra,para voltar a ser eu.
Gostei do teu Poema.Essencialmente
da forma como "valorizaste",no final,o apego à Vida.
Beijo.
isa.
...e enquanto houver Amanhã,haverá sempre algum amor a agarrar-nos à vida!
Beijos Amiga.
Maria Mamede
Querida PAula
Não tens feito esforço no sentido de aprenderes o essencial em ti, e tanto me tenho batido nos posts a esse respeito:
o Amor é lacto!
Não é confiado a uma ou várias pessoas do teu círculo.
Ele respira connosco, ele vivifica-nos! não é sexual, nem libidinoso; não se esquece, não desatina, nem é vaidoso
Ele é brilho, é côr é movimento, é o éter ou o"chi" que respiramos no momento, é paz, é calor solidário, não se vende, não se troca, nem está em saldo. Não cai em desuso, não é mau, não faz doer, não é sofredor, não se rasga, não se gasta, não é egoísta, não é sintético;
não morre, não se justica, nem se vitima.
E mel, é sal, é doce de laranja-lima. Não é pouco, nem é muito, é muito mais que enorme, muito mais que o bastante; não é inferior, nem abusador, é excelso, magnânime, sábio, transcendente. Não julga, não cobra, não etc.
Conclusão: tu, és toda amor! - porque és brilho, e terás sempre a Luz que não se confunde; - ninguém a pode apagar, mesmo quando chegar a hora de partires para outro Plano. Tu és o Universo. Tudo está em ti e tu estás em Tudo.
Agora diz-me,
como poderias libertar-te tu da angústia e da mesma forma de um beijo se de facto amasses?
Era impensável. NUnca te libertarás do Amor...nem quando"morreres"!
Já seria tempo de te trabalhares a sério, e te distanciares das partidas que o "ego" te prega.
Os verbos são invenção dos homens que se "querem instruídos"! Mas vai~se ver...não têm qualquer "Sabedoria"!
Arrepia caminho enquanto tens tempo! fica atenta a ti!
Abraço meu com carinho
Sempre
MAriz
Querida Paula,
Deixa "perder-se o verbo morrer" porque não sabemos se temos muito tempo para aprender a conjugá-lo ! O melhor é esquecê-lo completamente !
Afinal, renasceste e re-abriste blogs encerrados !
Que bom , querida Amiga !
Beijinhos
Verdinha
P.s. vou deixar-te um email pequeno
Passei para conhecer seu blog e adorei!
Parabens!
Também acho que acertou! e em cheio!
bjs e bom fim de semana
"Flores, terra, fogo e cinza".
Não se conjuga o tempo do amor.
Bonito poema Paula.
Um beijo.
Nem de propósito, neste momento sinto-me angustiado, por afazeres profissionais.
P'ra semana "é o tudo ou nada"Bjos___fotografados!!
Isto faz mesmo o meu "género"!
Gosto muito desse verbo perdido.
Beijo!
Angústia.
Vida
Morte.
São verbos triviais que temos que viver com eles.
São essência da nossa existência.
Flores, terra. fogo e cinza e começa novo ciclo.
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