
Para lá da imagem
projectada
surgem as interrogações
e todas as variáveis
são plausíveis.
Perturbadora sensação
de todos os possíveis
enfrentamos
sabendo e não sabendo
o alvo preferido
da sorte lançada.
Foto: Viajantis
O pequeno bago vermelho da romã que me leva aonde já fui ou o ténue fio da memória que na lonjura nos une infinitamente
11 comentários:
Linda foto.O poema é bonito e tem o aspecto de rapaz bem comportado. Ou de donzela casadoira, airosa e bela.
BJ.
EA
Há sempre uma incógnita...
beijos
"No amor como na morte
é tudo uma questão de tempo
uma questão de sorte".
Lembrei-me deste poema de Y. Centeno a propósito do teu poema.
Um beijo Paula
Bons momentos aqui se passa lendo e relendo...
Beijos
a sorte lançada...
gostei...
fica um beijo
*
para lá da sorte . . .
,
jinos
,
*
A sorte é indefinida, tal como a verdade. A imagem levanta interrogações, dúvidas, possibilidades, mas a verdade depende da subjectividade de cada um, depende mais da sorte do que da imagem.
Lindo poema que toca com agradável subtileza num tema muito profundo, a sorte que nos condiciona, sem a vermos.
Beijos
João
Infelizmente, muitas coisas na nossa vida são regidas por jogos de sorte e de azar.
Sorte é ter uma imagem assim que ampara um belo poema.
Perturbadora a imagem das árvores na água.
Tenho pena estares ausente da blogosfera LOGO HOJE ! Não vou ter o prazer da tua presença junta a mim... :-(
Hoje, sinto-me uma "Super Trouper" !
Então, não vais saber porquê....
Beijinhos verdinhos
Bom reler-te.
É bom acreditar na sorte que se lança,sem medo de enfrentar as suas consequencias ...
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