quarta-feira, 18 de maio de 2011

Para ti, meu amor

Deixo que me prendas o olhar
em cada beijo que te dou;
um lampejo de sabor a ti,
uma luz que se prolonga em mim.
E eu deixo o olhar prender-se
no regresso à realidade.
Um desencontro ilumina a noite,
e quando a madrugada reaparece
toda a nostalgia chora em sonetos:
és tu que me compões a canção do infinito.

8 comentários:

Mona Lisa disse...

Olá Paula

Conheço essa canção...

Bjs.

Andradarte disse...

Deixo que me prendas o olhar
..............................
E eu deixo o olhar prender-se'

Bonito poema
Beijo

mfc disse...

Quando conseguimos domar o Tempo... os reencontros dão-se!

Graça Pires disse...

Um belopoema com dedicatória...
Um beijo, Paula.

Rafeiro Perfumado disse...

Prender o olhar mas com direito a caução , espero...

Beijoca!

wind disse...

Lindo!
Beijos

fernanda disse...

Que o teu infinito seja sempre composto desta forma, Paula! Beijinhos.

© Piedade Araújo Sol disse...

um olhar, tão vezes e apenas um balsamo para a alma!

a saudade de um olhar, aqui...

boa semana!

beij