no dia do teu regresso
quando as palmas das mãos
se voltarem
para mim
no silêncio
incompreensível do teu corpo.
Paula Raposo in ' o laço impenetrável do silêncio', pág.81,
Chiado Editora, 2012.
O pequeno bago vermelho da romã que me leva aonde já fui ou o ténue fio da memória que na lonjura nos une infinitamente
6 comentários:
Eu e as romãs...
Lindo!
Aliás como todo o teu livro:)
Também hoje lá coloquei um poema teu:)
Beijos
espero que a poetisa esteja em bom momento - com toda a inspiração e em paz - com estima, Zé
Não creio, vejo que o poema é bom e que tu continuas linda.
Paula, minha querida amiga, tem um bom resto de semana.
Beijo.
Crer, sim. Nunca deixar de acreditar: no regresso, no reencontro, nas coisas boas que virão.
O regresso terá sempre um gesto de saudade.
Enviar um comentário